Nuremberga, histórica cidade alemã, noutros tempos símbolo do expansionismo doentio hitleriano, foi ontem palco de um dos maiores momentos vividos pelo futebol português.
É comum ouvir-se falar no “Tribunal de Nuremberga”, a propósito de julgamentos de actos criminosos, praticados noutros tempos; todavia, hoje, esta simbólica e simpática cidade bávara fica na retina dos portugueses como o lugar que catapultou a selecção portuguesa para a ribalta do futebol mundial, onde há muito não marcava presença.
Porventura uns, os críticos e os adversários dirão que foi uma batalha campal, com um jogo cheio de admoestações, com cartões de vária ordem. Contudo, se nos abstrairmos por breves momentos do nosso chauvinismo primário ou à falta dele, concluiremos que, afinal, não terá sido bem assim.
Ontem, como adepto e praticante deste desporto, vi algumas incidências do jogo que me deixaram atónito e pasmado! Ainda o jogo dava os seus primeiros passos, surge uma entrada verdadeiramente assassina, digna de um autêntico julgamento no Tribunal desta bonita cidade! Interrogo-me, como será possível um homem entrar em campo, de mão dada com uma inocente criança e, passados apenas seis minutos cometer aquele acto cobarde? Será que a criança viu? E, se visse, o que lhe diria ela? Felicitava-o? Não creio!
Mas, não me propus hoje aqui relatar violência holandesa, ou ausência do tão desejado “fair play”. Hoje, quero enaltecer o grande jogo de sacrifício que aqueles verdadeiros heróis lusos ontem puseram em campo, sobretudo depois das adversidades sentidas precocemente!
Quem lê este blog com alguma assiduidade, sabe que costumo criticar os jogadores quando a sua aplicação não é a mais desejada mas, também não regateio elogios quando esta mesma aplicação e espírito de sacrifício são evidentes em outros momentos.
Nota-se que temos um grupo unido e com vontade de vencer. Este espírito de grupo deve-se, em grande parte, ao “naipe” de jogadores de elevada craveira, capacidade e experiência e também ao fantástico trabalho desenvolvido por um técnico brasileiro que, com a sua equipa e a sua mestria nos possibilita estes fantásticos momentos.
Para finalizar, gostava que este “tribunal” tivesse sido justo, mostrando também ao juiz da partida um qualquer cartão. A cor, a mim não me importa. Importa sim que a tonalidade escolhida o impeça de apitar jogos com decisões ou falta delas como as que tomou.
Ah, já agora, como estamos na era da imagem, existindo em todos os estádios gigantescos ecrãs de televisão, que tal visionarem mais de perto as entradas faltosas e assassinas e punirem severamente quem as comete? É que arruaceiros e artistas, a meu ver, não cabem no mesmo palco! Deixem jogar os artistas!...
É comum ouvir-se falar no “Tribunal de Nuremberga”, a propósito de julgamentos de actos criminosos, praticados noutros tempos; todavia, hoje, esta simbólica e simpática cidade bávara fica na retina dos portugueses como o lugar que catapultou a selecção portuguesa para a ribalta do futebol mundial, onde há muito não marcava presença.
Porventura uns, os críticos e os adversários dirão que foi uma batalha campal, com um jogo cheio de admoestações, com cartões de vária ordem. Contudo, se nos abstrairmos por breves momentos do nosso chauvinismo primário ou à falta dele, concluiremos que, afinal, não terá sido bem assim.
Ontem, como adepto e praticante deste desporto, vi algumas incidências do jogo que me deixaram atónito e pasmado! Ainda o jogo dava os seus primeiros passos, surge uma entrada verdadeiramente assassina, digna de um autêntico julgamento no Tribunal desta bonita cidade! Interrogo-me, como será possível um homem entrar em campo, de mão dada com uma inocente criança e, passados apenas seis minutos cometer aquele acto cobarde? Será que a criança viu? E, se visse, o que lhe diria ela? Felicitava-o? Não creio!
Mas, não me propus hoje aqui relatar violência holandesa, ou ausência do tão desejado “fair play”. Hoje, quero enaltecer o grande jogo de sacrifício que aqueles verdadeiros heróis lusos ontem puseram em campo, sobretudo depois das adversidades sentidas precocemente!
Quem lê este blog com alguma assiduidade, sabe que costumo criticar os jogadores quando a sua aplicação não é a mais desejada mas, também não regateio elogios quando esta mesma aplicação e espírito de sacrifício são evidentes em outros momentos.
Nota-se que temos um grupo unido e com vontade de vencer. Este espírito de grupo deve-se, em grande parte, ao “naipe” de jogadores de elevada craveira, capacidade e experiência e também ao fantástico trabalho desenvolvido por um técnico brasileiro que, com a sua equipa e a sua mestria nos possibilita estes fantásticos momentos.
Para finalizar, gostava que este “tribunal” tivesse sido justo, mostrando também ao juiz da partida um qualquer cartão. A cor, a mim não me importa. Importa sim que a tonalidade escolhida o impeça de apitar jogos com decisões ou falta delas como as que tomou.
Ah, já agora, como estamos na era da imagem, existindo em todos os estádios gigantescos ecrãs de televisão, que tal visionarem mais de perto as entradas faltosas e assassinas e punirem severamente quem as comete? É que arruaceiros e artistas, a meu ver, não cabem no mesmo palco! Deixem jogar os artistas!...