Sempre ouvi dizer que não devemos brincar com coisas sérias mas hoje, apetece-me inverter esta premissa. Passados que foram tantos meses, em que tanto se contou e inventou e tanto alarido se fez em redor do mediático, gasto, enfadonho e original caso McCann, que me senti na obrigação de a ele adicionar também a minha opinião. Há muito que estes invulgares britânicos me vêm aborrecendo com as suas paranóias. Por isso, é chegada a minha vez de usar de alguma ironia. Afinal, parece que o sol quando nasce é para todos!
Logo no início desta novela, não me pareceu nada normal que um casal de gente que aparentava um ar natural e uma vida comum a tantas outras pessoas, fizesse um tamanho alarido nunca dantes visto, sobre um pseudo desaparecimento, socorrendo-se de todos os media e mais alguns que, graças a um forte jogo de influências políticas e de poder, rapidamente puseram meio mundo “à cata” de uma jovem, alegadamente raptada.
Logo aqui me apetece substituir a teoria do “alegadamente raptada” pela do “seguramente abandonada” (pelos pais) como já foi provado. No entanto, depois dos seus invulgares comportamentos e de todo este “show off” maquinado por este egocêntrico, paranóico e demente casal, hoje tenho razões para acreditar que estamos perante um “verdadeiro” fenómeno virtual.
À luz desta minha linha de pensamento, a criança de nome “Madeleine” não existe nem nunca terá existido. Os seus progenitores, donos de uma admirável astúcia e imaginação, terão seguido as pisadas do nosso portuguesíssimo Fernando Pessoa, quando animou os seus heterónimos, dando-lhes um nome (ex. Álvaro de Campos), uma idade, uma profissão, habilitações. Desta forma, também este casal criou o seu heterónimo, com um detalhado perfil, cujo nome passou a ser Madeleine McCann.
Fruto de uma sagaz utilização das renovadas tecnologias que o cidadão comum tem ao seu dispor e de um bom domínio informático, este casal, socorrendo-se do programa informático de edição de imagem – “Photoshop”, terá dado contornos reais a um projecto imaginário que há muito percorria a sua mente. Assim, graças a esta singular capacidade criativa, atribuíram-lhe um nome, uma data de nascimento, com uma idade e um perfil com aturado detalhe.
Quem sabe, fruto de uma mente “idiota” (fértil em ideias), este casal não busca nesta encenação à escala global um bom “estudo de caso” capaz de suportar um original tema de investigação para um qualquer doutoramento? Talvez busquem uma resposta sobre como criar um fundo de solidariedade internacional sustentada nesta compassiva ideia?
Porque será que esta família nunca terá sido vista acompanhada com três crianças, mas apenas com duas? Porque terá sido provado que Gerry não é o pai biológico da criança desaparecida? Por outro lado, não há qualquer indício de que o casal tenha entrado em Portugal com três crianças nem, até ao momento, terá sido descoberto qualquer registo de nascimento com o nome de Madeleine McCann, filha do casal.
E ando eu tão ansioso e absorvido a estudar as consequências que o sistema digital provocou no dia a dia das pessoas! Querem melhor exemplo do que os “filhos do Photoshop”?...
Logo no início desta novela, não me pareceu nada normal que um casal de gente que aparentava um ar natural e uma vida comum a tantas outras pessoas, fizesse um tamanho alarido nunca dantes visto, sobre um pseudo desaparecimento, socorrendo-se de todos os media e mais alguns que, graças a um forte jogo de influências políticas e de poder, rapidamente puseram meio mundo “à cata” de uma jovem, alegadamente raptada.
Logo aqui me apetece substituir a teoria do “alegadamente raptada” pela do “seguramente abandonada” (pelos pais) como já foi provado. No entanto, depois dos seus invulgares comportamentos e de todo este “show off” maquinado por este egocêntrico, paranóico e demente casal, hoje tenho razões para acreditar que estamos perante um “verdadeiro” fenómeno virtual.
À luz desta minha linha de pensamento, a criança de nome “Madeleine” não existe nem nunca terá existido. Os seus progenitores, donos de uma admirável astúcia e imaginação, terão seguido as pisadas do nosso portuguesíssimo Fernando Pessoa, quando animou os seus heterónimos, dando-lhes um nome (ex. Álvaro de Campos), uma idade, uma profissão, habilitações. Desta forma, também este casal criou o seu heterónimo, com um detalhado perfil, cujo nome passou a ser Madeleine McCann.
Fruto de uma sagaz utilização das renovadas tecnologias que o cidadão comum tem ao seu dispor e de um bom domínio informático, este casal, socorrendo-se do programa informático de edição de imagem – “Photoshop”, terá dado contornos reais a um projecto imaginário que há muito percorria a sua mente. Assim, graças a esta singular capacidade criativa, atribuíram-lhe um nome, uma data de nascimento, com uma idade e um perfil com aturado detalhe.
Quem sabe, fruto de uma mente “idiota” (fértil em ideias), este casal não busca nesta encenação à escala global um bom “estudo de caso” capaz de suportar um original tema de investigação para um qualquer doutoramento? Talvez busquem uma resposta sobre como criar um fundo de solidariedade internacional sustentada nesta compassiva ideia?
Porque será que esta família nunca terá sido vista acompanhada com três crianças, mas apenas com duas? Porque terá sido provado que Gerry não é o pai biológico da criança desaparecida? Por outro lado, não há qualquer indício de que o casal tenha entrado em Portugal com três crianças nem, até ao momento, terá sido descoberto qualquer registo de nascimento com o nome de Madeleine McCann, filha do casal.
E ando eu tão ansioso e absorvido a estudar as consequências que o sistema digital provocou no dia a dia das pessoas! Querem melhor exemplo do que os “filhos do Photoshop”?...