A premissa primeira para a existência deste blog é o prazer e a possibilidade que ele me oferece em poder partilhar com as várias pessoas que por cá buscam um “porto de abrigo”, alguns dos meus pontos de vista sobre determinados temas.
Neste “diálogo”, assume particular importância o testemunho aqui deixado por algumas das pessoas que o visitam, quer em tom de incentivo, quer mesmo sob o signo da crítica construtiva, numa tentativa clara de transformar este espaço num sítio cada vez mais aprazível, enriquecedor e saudável. Confesso que é este o meu entendimento.
Costumo valorizar muito os comentários que aqui me dispensam e a todos, sem excepção, tento responder. Agrada-me, sobremaneira, que este espaço seja um local de reflexão e de “peregrinação diária” para alguns dos meus amigos leitores. A este propósito, gostaria de formular uma explicação para a recente mudança do “look” deste blog.
Para quem comigo convive diariamente sabe do gosto que tenho por História de Arte e de toda a sua envolvente. A pintura é um campo a que costumo dedicar particular importância. Van Gogh, Picasso, Monet e Degas posicionam-se na linha da frente. Foi baseado nesta minha predilecção, que há alguns meses procedi a alterações no “template” deste blog, ocupando-o com uma belíssima paisagem de Van Gogh que muito gosto. Mas, como dizia Camões, se o mundo é composto por mudança, porque eu não hei-de alterar novamente este espaço, de forma a torná-lo ainda mais apelativo?
Foi o que fiz. O azul é a minha cor preferida; daí a sua escolha. No fundo, acaba por ser uma homenagem ao azul dos meus olhos, azul que me permite ver, olhar e sentir tudo aquilo que à minha volta se desenrola. Haverá melhor justificação?
Não me posso esquecer igualmente que é o azul celeste que muitas vezes nos leva a “percorrer” caminhos nunca dantes imaginados. O azul do mar, símbolo da calma, da tranquilidade e da vida é outro momento eternamente muito cobiçado e, simbolicamente, muito apetecido também!...
Mas há um outro argumento de peso a favor do azul. Esta cor deu o mote em Picasso a uma das mais belas fases da sua obra e das mais importantes na sua brilhante carreira.
Espero, com estes argumentos, ter conseguido exprimir a minha predilecção na opção da cor escolhida, de forma a retomar e, quiçá, reforçar o “conforto e o repouso” que outrora este espaço proporcionava. Assim o desejo!
O “azul monárquico” ou o “azul dragão” são e serão sempre tons de eleição, mas com uma ressalva: são-no, apenas para quem neles crê. Eu por mim, prefiro embarcar no "azul à Benfica"! Ai esta subjectividade das cores!...
Neste “diálogo”, assume particular importância o testemunho aqui deixado por algumas das pessoas que o visitam, quer em tom de incentivo, quer mesmo sob o signo da crítica construtiva, numa tentativa clara de transformar este espaço num sítio cada vez mais aprazível, enriquecedor e saudável. Confesso que é este o meu entendimento.
Costumo valorizar muito os comentários que aqui me dispensam e a todos, sem excepção, tento responder. Agrada-me, sobremaneira, que este espaço seja um local de reflexão e de “peregrinação diária” para alguns dos meus amigos leitores. A este propósito, gostaria de formular uma explicação para a recente mudança do “look” deste blog.
Para quem comigo convive diariamente sabe do gosto que tenho por História de Arte e de toda a sua envolvente. A pintura é um campo a que costumo dedicar particular importância. Van Gogh, Picasso, Monet e Degas posicionam-se na linha da frente. Foi baseado nesta minha predilecção, que há alguns meses procedi a alterações no “template” deste blog, ocupando-o com uma belíssima paisagem de Van Gogh que muito gosto. Mas, como dizia Camões, se o mundo é composto por mudança, porque eu não hei-de alterar novamente este espaço, de forma a torná-lo ainda mais apelativo?
Foi o que fiz. O azul é a minha cor preferida; daí a sua escolha. No fundo, acaba por ser uma homenagem ao azul dos meus olhos, azul que me permite ver, olhar e sentir tudo aquilo que à minha volta se desenrola. Haverá melhor justificação?
Não me posso esquecer igualmente que é o azul celeste que muitas vezes nos leva a “percorrer” caminhos nunca dantes imaginados. O azul do mar, símbolo da calma, da tranquilidade e da vida é outro momento eternamente muito cobiçado e, simbolicamente, muito apetecido também!...
Mas há um outro argumento de peso a favor do azul. Esta cor deu o mote em Picasso a uma das mais belas fases da sua obra e das mais importantes na sua brilhante carreira.
Espero, com estes argumentos, ter conseguido exprimir a minha predilecção na opção da cor escolhida, de forma a retomar e, quiçá, reforçar o “conforto e o repouso” que outrora este espaço proporcionava. Assim o desejo!
O “azul monárquico” ou o “azul dragão” são e serão sempre tons de eleição, mas com uma ressalva: são-no, apenas para quem neles crê. Eu por mim, prefiro embarcar no "azul à Benfica"! Ai esta subjectividade das cores!...
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