Quando Albert Einstein desenvolveu a revolucionária teoria da relatividade, jamais terá pensado que, toda a dedicação e esforço, empreendidos ao longo de muitos anos de trabalho e de investigação, acabariam por ter aplicações adversas. A utilização desta teoria, no desenvolvimento e fabrico de devastadoras armas atómicas, lançadas em território japonês, não terá passado certamente pelas suas cogitações.
Num mesmo prisma, situam-se as centrais nucleares que, quando activas e colocadas ao serviço do bem-estar das sociedades, proporcionam a estas, alguns dividendos económicos, conseguindo a generalidade das populações a elas afectas, substanciais melhorias nas suas condições de vida. Quem não se lembrará dos avanços económicos e tecnológicos que a Ucrânia registava antes da catástrofe ocorrida na central nuclear de Tchernobyl, em Abril de 1986?
Estas duas inovações que acabo de mencionar são a prova de que, quando algo verdadeiramente revolucionário é descoberto, desenvolvido e aplicado em prol da satisfação humana, proporcionando melhorias consideráveis junto das várias sociedades abrangentes, é algo que enche de orgulho os seus mentores.
Todavia, o inverso também sucede. Ultimamente, anda muito presente, a irredutibilidade preconizada por Mahmoud Ahmadinejad, Presidente do Irão, relativamente ao pretenso regresso do seu país à exploração de energia nuclear. O argumento deste alto responsável persa reside, segundo ele, no facto de o país se encontrar deficitário em termos energéticos. Como poderá o segundo maior produtor de petróleo, argumentar com este “deficit”? Isto é aquilo a que vulgarmente dizemos, “atirar com areia para os olhos”!
Fazendo um mero exercício de memória, esta procura nuclear tem a ver com a esquizofrénica ânsia pelo poder e pelo domínio que Ahmadinejad pretende ver exercido sobre países vizinhos, provocando neles uma forte pressão, quer a nível político, quer sobretudo, a nível religioso, defendendo um “mundo sem o sionismo”, onde “Israel deveria ser apagado do mapa”. Obviamente que, palavras deste teor não são merecedoras de grandes predicados, contudo, elas carecem de uma aturada atenção por parte dos grandes líderes mundiais.
Num mesmo prisma, situam-se as centrais nucleares que, quando activas e colocadas ao serviço do bem-estar das sociedades, proporcionam a estas, alguns dividendos económicos, conseguindo a generalidade das populações a elas afectas, substanciais melhorias nas suas condições de vida. Quem não se lembrará dos avanços económicos e tecnológicos que a Ucrânia registava antes da catástrofe ocorrida na central nuclear de Tchernobyl, em Abril de 1986?
Estas duas inovações que acabo de mencionar são a prova de que, quando algo verdadeiramente revolucionário é descoberto, desenvolvido e aplicado em prol da satisfação humana, proporcionando melhorias consideráveis junto das várias sociedades abrangentes, é algo que enche de orgulho os seus mentores.
Todavia, o inverso também sucede. Ultimamente, anda muito presente, a irredutibilidade preconizada por Mahmoud Ahmadinejad, Presidente do Irão, relativamente ao pretenso regresso do seu país à exploração de energia nuclear. O argumento deste alto responsável persa reside, segundo ele, no facto de o país se encontrar deficitário em termos energéticos. Como poderá o segundo maior produtor de petróleo, argumentar com este “deficit”? Isto é aquilo a que vulgarmente dizemos, “atirar com areia para os olhos”!
Fazendo um mero exercício de memória, esta procura nuclear tem a ver com a esquizofrénica ânsia pelo poder e pelo domínio que Ahmadinejad pretende ver exercido sobre países vizinhos, provocando neles uma forte pressão, quer a nível político, quer sobretudo, a nível religioso, defendendo um “mundo sem o sionismo”, onde “Israel deveria ser apagado do mapa”. Obviamente que, palavras deste teor não são merecedoras de grandes predicados, contudo, elas carecem de uma aturada atenção por parte dos grandes líderes mundiais.
A História sempre se encarregou e encarregará de nos fazer os seus julgamentos. Graças a ela, foi possível perceber como é que dirigentes como os Reza Pallevi ou Khomeini tenham passado e o Irão, esse grande país, tenha permanecido com tudo o que a ele se associa!
Se o mundo segue com alguma perplexidade este tema, não deixa de causar alguma estranheza que o Presidente francês, Jacques Chirac, se tenha equiparado ao seu homólogo iraniano, afirmando que, se o seu país se sentir ameaçado, responderá na mesma moeda, numa clara alusão ao uso de armas nucleares! Afinal, porquê criticar países como o Irão e a Coreia do Norte pela sua procura desenfreada dessas aterradoras armas, se os gauleses também as têm? Onde pára afinal o tratado de não proliferação de armas nucleares assinado entre tantos países? Ou será que ele apenas se aplica relativamente a alguns?
Se o mundo segue com alguma perplexidade este tema, não deixa de causar alguma estranheza que o Presidente francês, Jacques Chirac, se tenha equiparado ao seu homólogo iraniano, afirmando que, se o seu país se sentir ameaçado, responderá na mesma moeda, numa clara alusão ao uso de armas nucleares! Afinal, porquê criticar países como o Irão e a Coreia do Norte pela sua procura desenfreada dessas aterradoras armas, se os gauleses também as têm? Onde pára afinal o tratado de não proliferação de armas nucleares assinado entre tantos países? Ou será que ele apenas se aplica relativamente a alguns?
3 comentários:
É só uma tentativa.
Será k é desta vez?
Será k é desta?
Bjs
claro que sim, srª anónima!
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