Hoje propus-me falar um pouquinho sobre o amor. Há uns dias, decidi ir a um clube de vídeo e alugar o filme “O amor acontece”, filme esse que já tinha tido a oportunidade de ver aquando da sua passagem pelas salas de cinema. Foi um filme que, embora não o considere uma obra-prima, bem longe disso, onde é feito, entre outras coisas, um retrato muito infeliz e provocatório da sociedade portuguesa mas, no essencial, mostra-nos algo mais. Mostra-nos diversas situações de como o amor é possível, apesar das adversidades diárias, problemas, contratempos, enfim, tanta coisa! É certo e sabido que não deixa de ser uma comédia, onde as cenas e as imagens se sucedem e se encontram envolvidas debaixo de uma nuvem irónica bem conseguida. No entanto, não deixa de nos provocar igualmente, alguma expectativa relativamente à realidade à qual a sociedade actual é constantemente posta à prova.
Uma dessas realidades é a azafama que envolve tantas e tantas pessoas com os preparativos e a loucura das comprinhas de Natal. Muitas destas pessoas, embrenhadas que estão neste turbilhão fervilhante das sociedades modernas, nem se apercebem daquilo que diariamente germina em seu redor: as doenças, a fome, o sofrimento, as guerras e a dor que grassa no seio de muitas famílias.
Como poderei eu andar contente e ser feliz, se na sociedade onde me insiro, ou no meu leque de amizades, existir alguém que sofre, alguém para quem o momento não seja assim tão festivo? Muitas pessoas nunca se terão apercebido que a melhor prenda que poderiam dar por esta altura, era a compreensão, a solidariedade e a ajuda, sobretudo às pessoas mais sensíveis e carenciadas afectivamente.
Uma dessas realidades é a azafama que envolve tantas e tantas pessoas com os preparativos e a loucura das comprinhas de Natal. Muitas destas pessoas, embrenhadas que estão neste turbilhão fervilhante das sociedades modernas, nem se apercebem daquilo que diariamente germina em seu redor: as doenças, a fome, o sofrimento, as guerras e a dor que grassa no seio de muitas famílias.
Como poderei eu andar contente e ser feliz, se na sociedade onde me insiro, ou no meu leque de amizades, existir alguém que sofre, alguém para quem o momento não seja assim tão festivo? Muitas pessoas nunca se terão apercebido que a melhor prenda que poderiam dar por esta altura, era a compreensão, a solidariedade e a ajuda, sobretudo às pessoas mais sensíveis e carenciadas afectivamente.
Fico triste por quem sofre e que gostaria de viver momentos mais agradáveis. Todavia, tal como no filme, eu acho que é possível ultrapassar tudo isto se as pessoas se agarrarem com todo o seu querer à sua fé, aos seus amigos e à sua imensa vontade.
Voltando ao “meu” filme, ele apresenta-se como um verdadeiro hino ao amor. E se à nossa volta, sobretudo junto do nosso grupo de amizades, o tal amor fosse possível, à semelhança do que sucedeu no filme?
Voltando ao “meu” filme, ele apresenta-se como um verdadeiro hino ao amor. E se à nossa volta, sobretudo junto do nosso grupo de amizades, o tal amor fosse possível, à semelhança do que sucedeu no filme?
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