Há muito que a Dra. Edite Estrela, exímia comunicadora e profunda conhecedora da arte de bem escrever, fazia a sua aparição pública no “pequeno ecrã” mostrando e demonstrando aos telespectadores a forma correcta de passar para o papel algumas palavras, sobretudo aquelas que mais dúvidas suscitavam a quem falava e escrevia a língua de Camões. A meu ver, esta era uma pedagogia acertada e coberta de oportunidade!
Passados anos, alguma classe política precisaria de fazer um “rewind”, agora não para aprender a escrever, isso pelos vistos muitos já sabem pois… pelo que eles dizem, são variadíssimas as publicações feitas, antes sim, para aprender a interpretar e a preocuparem-se mais com a utilização correcta de algumas palavras ou, quem sabe, a não mentir ou ocultar, como está muito em voga.
Com a azáfama das presidenciais à porta, pelo que se me apraz ouvir e ler, tudo é possível. Alguns candidatos até dizem que, se forem eleitos, está garantida a “coesão nacional”.
Num misto de felicidade e de aflição, não fosse eu interpretar mal, decidi consultar o dicionário da “Língua Portuguesa”, publicado pela Porto Editora, manual insuspeito e de renome, acerca do significado da palavra “coesão”. Ora esta palavra, entre outras designações, significa “solidariedade entre elementos de um todo” ou “união”.
Que pasmado eu fiquei ao certificar-me daquilo que já sabia! Como pode um candidato presidencial dizer que a sua eleição garantirá a “coesão nacional”, leia-se “união”, se não a conseguiu dentro do seu próprio partido? Como pode um candidato fazer tal afirmação se à esquerda a coesão rima sim mas com desunião, personificada nos vários candidatos concorrentes?
Ora, se não obteve essa união no seio dos seus partidários e muito menos no que concerne à sua ala política (esquerda); jamais o conseguirá junto de outros quadrantes – do centro ou da direita.
A avaliar por tudo isto, ou há ignorância e mentira pela parte de quem profere estas palavras ou então, leva-me a crer que estamos perante mais um daqueles discursos redondos que, de novo nada trazem e nada dizem, como já vem sendo hábito, a não ser o "piscar de olho" ao voto de cada um!
Agora eu percebo porque é que para ser Presidente da República não é necessário “perceber de finanças, nem ter biblioteca”. Pelos vistos, até podemos ignorar tudo, o que não podemos, a meu ver, é ignorar a verdade!
Passados anos, alguma classe política precisaria de fazer um “rewind”, agora não para aprender a escrever, isso pelos vistos muitos já sabem pois… pelo que eles dizem, são variadíssimas as publicações feitas, antes sim, para aprender a interpretar e a preocuparem-se mais com a utilização correcta de algumas palavras ou, quem sabe, a não mentir ou ocultar, como está muito em voga.
Com a azáfama das presidenciais à porta, pelo que se me apraz ouvir e ler, tudo é possível. Alguns candidatos até dizem que, se forem eleitos, está garantida a “coesão nacional”.
Num misto de felicidade e de aflição, não fosse eu interpretar mal, decidi consultar o dicionário da “Língua Portuguesa”, publicado pela Porto Editora, manual insuspeito e de renome, acerca do significado da palavra “coesão”. Ora esta palavra, entre outras designações, significa “solidariedade entre elementos de um todo” ou “união”.
Que pasmado eu fiquei ao certificar-me daquilo que já sabia! Como pode um candidato presidencial dizer que a sua eleição garantirá a “coesão nacional”, leia-se “união”, se não a conseguiu dentro do seu próprio partido? Como pode um candidato fazer tal afirmação se à esquerda a coesão rima sim mas com desunião, personificada nos vários candidatos concorrentes?
Ora, se não obteve essa união no seio dos seus partidários e muito menos no que concerne à sua ala política (esquerda); jamais o conseguirá junto de outros quadrantes – do centro ou da direita.
A avaliar por tudo isto, ou há ignorância e mentira pela parte de quem profere estas palavras ou então, leva-me a crer que estamos perante mais um daqueles discursos redondos que, de novo nada trazem e nada dizem, como já vem sendo hábito, a não ser o "piscar de olho" ao voto de cada um!
Agora eu percebo porque é que para ser Presidente da República não é necessário “perceber de finanças, nem ter biblioteca”. Pelos vistos, até podemos ignorar tudo, o que não podemos, a meu ver, é ignorar a verdade!
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