Sou um utilizador frequente das auto-estradas portuguesas e deparo-me assiduamente com algumas infracções cometidas por um grande número de automobilistas. Entre aquelas já frequentes e que são do conhecimento comum, há duas que eu não vejo serem muito debatidas na opinião pública.
É sabido que, em muitas zonas destas vias, conforme a configuração do terreno, existem três faixas de rodagem no mesmo sentido. Aquilo a que eu assisto muito frequentemente é que, são muito poucos os condutores que circulam na faixa de rodagem da direita, mesmo que não se encontrem a proceder a qualquer ultrapassagem a outro veículo. Alguns, pasme-se, até dizem que a tal faixa é destinada apenas e só à circulação de camiões! Estamos perante uma invulgar manifestação de ignorância!
Ora, segundo “reza” o Código da Estrada, desde que não estejamos a proceder a uma qualquer manobra, devemos circular sempre na faixa da direita, desde que a situação o permita. E quem o faz? Muito poucos e, os que o fazem, quando pretendem ultrapassar alguém que vai a cometer a tal infracção e em velocidade inferior, vêem-se na iminência de terem de se deslocar desde a direita até à esquerda.
Tudo isto porque não é permitido ultrapassar pela direita. Será que estes infractores não terão aprendido as regras todas? Será que têm o conhecimento dessa obrigatoriedade ou será por mera preguiça? É que as três faixas são semelhantes em dimensão e o piso é igualmente bom! Então porque será?
Outra infracção prende-se com a frequência com que os faróis de nevoeiro são ligados. Há muitos automobilistas que à noite, com nevoeiro ou sem ele e para sua comodidade, mantêm os ditos faróis acesos. Como é sabido também, esta prática não é permitida, exceptuando em situações onde o tal nevoeiro marca a sua presença.
Esta ocorrência parece um pouco irrelevante mas às vezes, para além de causar graves encandeamentos entre viaturas, provoca igualmente um mal-estar a quem se cruza com estes infractores.
Afinal, muito mais barato que as já gastas campanhas contra o alcoól, contra a utilização do telemóvel ou a favor do cinto de segurança, deviam também proceder à sensibilização dos vários automobilistas, no que concerne à simples utilização e ocupação das faixas de rodagem disponíveis, conforme a intensidade de trânsito e a velocidade pretendida e, ao mesmo tempo, sensibilizar para a utilização adequada dos tais faróis de nevoeiro que, como o próprio nome indica, deveriam ser apenas e só para essas mesmas situações.
É sabido que, em muitas zonas destas vias, conforme a configuração do terreno, existem três faixas de rodagem no mesmo sentido. Aquilo a que eu assisto muito frequentemente é que, são muito poucos os condutores que circulam na faixa de rodagem da direita, mesmo que não se encontrem a proceder a qualquer ultrapassagem a outro veículo. Alguns, pasme-se, até dizem que a tal faixa é destinada apenas e só à circulação de camiões! Estamos perante uma invulgar manifestação de ignorância!
Ora, segundo “reza” o Código da Estrada, desde que não estejamos a proceder a uma qualquer manobra, devemos circular sempre na faixa da direita, desde que a situação o permita. E quem o faz? Muito poucos e, os que o fazem, quando pretendem ultrapassar alguém que vai a cometer a tal infracção e em velocidade inferior, vêem-se na iminência de terem de se deslocar desde a direita até à esquerda.
Tudo isto porque não é permitido ultrapassar pela direita. Será que estes infractores não terão aprendido as regras todas? Será que têm o conhecimento dessa obrigatoriedade ou será por mera preguiça? É que as três faixas são semelhantes em dimensão e o piso é igualmente bom! Então porque será?
Outra infracção prende-se com a frequência com que os faróis de nevoeiro são ligados. Há muitos automobilistas que à noite, com nevoeiro ou sem ele e para sua comodidade, mantêm os ditos faróis acesos. Como é sabido também, esta prática não é permitida, exceptuando em situações onde o tal nevoeiro marca a sua presença.
Esta ocorrência parece um pouco irrelevante mas às vezes, para além de causar graves encandeamentos entre viaturas, provoca igualmente um mal-estar a quem se cruza com estes infractores.
Afinal, muito mais barato que as já gastas campanhas contra o alcoól, contra a utilização do telemóvel ou a favor do cinto de segurança, deviam também proceder à sensibilização dos vários automobilistas, no que concerne à simples utilização e ocupação das faixas de rodagem disponíveis, conforme a intensidade de trânsito e a velocidade pretendida e, ao mesmo tempo, sensibilizar para a utilização adequada dos tais faróis de nevoeiro que, como o próprio nome indica, deveriam ser apenas e só para essas mesmas situações.
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