Ontem, ouvi num discurso um candidato presidencial a fazer um apelo aos jovens, aos licenciados desempregados, aos desprotegidos, apelando para que estes olhem o futuro com confiança a seu lado, piscando-lhes o olho para uma adesão. Há uns tempos, este “recandidato político” (pois já esteve no poder), afirmou, alto e bom som que, “basta de política activa. Política activa nunca mais”! Ontem, no seu discurso lá desabafou e foi dizendo que “isto não é demagogia nenhuma!”, referindo-se aos destinatários do seu repto.
Pois é, até parece aquele futebolista que, após dar uma valente “cacetada” no adversário prostrando-o por terra, levanta as mãos para o árbitro dizendo nada ter feito! Com quem alguns políticos se comparam! Em que porto atracámos!
Às vezes não chega termos Nobre no próprio nome. A nobreza vê-se pela forma como estamos e encaramos a vida e, sobretudo, como respeitamos a fraqueza, a honestidade, a sinceridade e os valores dos outros.
Quando assim não agem, os tais “animais políticos” não passam de simples “políticos animais”.
Pois é, até parece aquele futebolista que, após dar uma valente “cacetada” no adversário prostrando-o por terra, levanta as mãos para o árbitro dizendo nada ter feito! Com quem alguns políticos se comparam! Em que porto atracámos!
Às vezes não chega termos Nobre no próprio nome. A nobreza vê-se pela forma como estamos e encaramos a vida e, sobretudo, como respeitamos a fraqueza, a honestidade, a sinceridade e os valores dos outros.
Quando assim não agem, os tais “animais políticos” não passam de simples “políticos animais”.
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