Há dias, numa pequena tertúlia que mantive com um amigo, a propósito da campanha eleitoral em curso e da nossa classe política, ele me dizia que, esta (classe) não era senão o reflexo daquilo que a nossa sociedade consegue reproduzir.
Pois é, tomando como consistente a ideia do meu amigo e olhando aquela máxima que diz que o “meio condiciona o homem”, esta afirmação, “cai que nem uma luva”! Todavia, como na imensa diversidade do país os “meios” não são todos iguais, questiono-me como é que se pode entender que todos os homens (políticos) sejam então todos condicionados?
Como é do conhecimento público, Portugal vive um período de campanha eleitoral para as eleições autárquicas. Enquanto munícipe e pessoa interessada na aquisição de informação sobre os vários projectos que cada um dos candidatos tem em mente para o seu concelho, tenho assistido aos vários debates televisivos que se multiplicam diariamente pelos diversos canais televisivos.
Embora o tal “meio” que atrás mencionei, não seja igual em todos os casos, é confrangedor ver como todos os intervenientes se posicionam de forma muito parecida e sempre com os mesmos argumentos. Gastos. Demasiado gastos; talvez os seus discursos espelhem a inoportunidade e a falta de eficácia das suas ideias, que é como quem diz, das suas não ideias!
Acho que os vários munícipes espalhados pelo país mereciam ver e ouvir discursos mais profícuos, com maior sustentabilidade, mais eficazes e, acima de tudo, que fossem verdadeiros. A mentira e o “faz de conta” são quem mais ordena! A resolução dos problemas deveria ser o objectivo numero um e não se afigura que o seja.
Não se liga a meios para atingir os fins: de norte a sul, nos vários debates televisivos, as oposições, independentemente das cores políticas a que se associam, limitam-se a tudo criticar e a dizer mal, usando e abusando, em muitos casos da arruaça e da contra informação para o conseguir.
Por outro lado, os “donos” do poder, não se querendo ficar atrás, esgrimem ideias e conceitos; prometem o “mundo e a teia”, dizem que não tiveram tempo (como se quatro anos fossem quatro dias) para levar por diante determinada acção ou promessa anteriormente assumida; esforçam-se por mostrar obra feita mesmo que inacabada, recorrendo frequentemente à mentira e à omissão.
De norte a sul, do azul ao vermelho, do laranja ao rosa, do poder à oposição, o mote é o mesmo: a vulgaridade!
É, envoltos nesta teia, que o milagre da "multiplicação dos pães” há muito que terá chegado à política; mas é nos actos eleitorais que ele se torna mais evidente aos olhos dos portugueses! Os políticos, há muito que viraram as costas às populações. Por mim, apetece-me fazer-lhes o mesmo!
Pois é, tomando como consistente a ideia do meu amigo e olhando aquela máxima que diz que o “meio condiciona o homem”, esta afirmação, “cai que nem uma luva”! Todavia, como na imensa diversidade do país os “meios” não são todos iguais, questiono-me como é que se pode entender que todos os homens (políticos) sejam então todos condicionados?
Como é do conhecimento público, Portugal vive um período de campanha eleitoral para as eleições autárquicas. Enquanto munícipe e pessoa interessada na aquisição de informação sobre os vários projectos que cada um dos candidatos tem em mente para o seu concelho, tenho assistido aos vários debates televisivos que se multiplicam diariamente pelos diversos canais televisivos.
Embora o tal “meio” que atrás mencionei, não seja igual em todos os casos, é confrangedor ver como todos os intervenientes se posicionam de forma muito parecida e sempre com os mesmos argumentos. Gastos. Demasiado gastos; talvez os seus discursos espelhem a inoportunidade e a falta de eficácia das suas ideias, que é como quem diz, das suas não ideias!
Acho que os vários munícipes espalhados pelo país mereciam ver e ouvir discursos mais profícuos, com maior sustentabilidade, mais eficazes e, acima de tudo, que fossem verdadeiros. A mentira e o “faz de conta” são quem mais ordena! A resolução dos problemas deveria ser o objectivo numero um e não se afigura que o seja.
Não se liga a meios para atingir os fins: de norte a sul, nos vários debates televisivos, as oposições, independentemente das cores políticas a que se associam, limitam-se a tudo criticar e a dizer mal, usando e abusando, em muitos casos da arruaça e da contra informação para o conseguir.
Por outro lado, os “donos” do poder, não se querendo ficar atrás, esgrimem ideias e conceitos; prometem o “mundo e a teia”, dizem que não tiveram tempo (como se quatro anos fossem quatro dias) para levar por diante determinada acção ou promessa anteriormente assumida; esforçam-se por mostrar obra feita mesmo que inacabada, recorrendo frequentemente à mentira e à omissão.
De norte a sul, do azul ao vermelho, do laranja ao rosa, do poder à oposição, o mote é o mesmo: a vulgaridade!
É, envoltos nesta teia, que o milagre da "multiplicação dos pães” há muito que terá chegado à política; mas é nos actos eleitorais que ele se torna mais evidente aos olhos dos portugueses! Os políticos, há muito que viraram as costas às populações. Por mim, apetece-me fazer-lhes o mesmo!
1 comentário:
Parabéns pelo seu blog! Além de muito bem escrito põe o dedo em algumas feridas da nossa sociedade de uma forma acutilante e, quanto a mim com algum bom humor! Continue o bom trabalho!
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