Ao longo do século XX, muitos foram os líderes políticos que, socorrendo-se de algumas artimanhas, tentaram projectar no seio da sociedade e junto da generalidade da opinião pública, uma imagem em nada condizente com a realidade então vivida nos seus países. Desenvolviam autênticos crivos que turvavam a verdade e impediam uma visão mais realista e despida de quaisquer desfoques.
À época, aproveitando a atractiva e fascinante arte, o cinema foi utilizado eficazmente por Adolf Hitler como um magnífico veículo de propaganda ideológica que lançou sobre as multidões. Promovida pela figura de Joseph Goebbels, uma super máquina de propaganda desponta, orquestrada em cenários fantasiados, incitando as populações na adesão às suas ideologias. Os mesmos passos foram seguidos por outros ditadores como Mussolini, Franco e Salazar. Todos eles sentiram o apogeu dos seus regimes, muito devido a esta poderosíssima máquina de manipulação de massas e de orquestrações fantasiosas.
Também na Coreia do Norte, Kim Il-Sung engendrou igualmente uma exacerbada campanha patriótica, lançando discursos inflamados contra povos por ele designados de invasores, silenciando a miséria, a pobreza e o medo reinante no interior do seu país.
Quem não se lembrará da figura deplorável exibida por aquele ex ministro iraquiano da Informação (Mohammed Al-Sahhaf), aquando do início da invasão americana do Iraque em que este, de sorriso aberto, afirmava que o Iraque iria destruir o inimigo, ao mesmo tempo que a generalidade da imprensa mundial nos dava conta, através de imagens, da destruição e do apertado cerco em redor de Bagdad?
Pois é, hoje, “nós por cá”, já não temos Salazar e muito menos um qualquer Al-Sahhaf, mas temos o ministro Santos Silva. Na gíria política, o papel reservado a este dirigente é denominado de “testa de ferro”, ou seja, aquele que tudo desmente; baralhando, confundindo e enganando quanto mais pode e sabe. Sobretudo as pessoas mais vulneráveis e com menos formação. A avaliar pelas suas tiradas, denota uma profunda debilidade mental a precisar de um tratamento urgente. No seu discurso, expressões como “poderes ocultos”, “decapitar o PS”, “pessoas crucificados na praça pública”, “tentativa de assassinato político”, “campanha negra” e “malhar na direita”, são frases profundamente indecorosas!
António Ferro, à luz da sua “política do espírito” no tempo do Estado Novo, não fantasiaria melhor! Pegando nas palavras deste “Goebbels à portuguesa”, apetece-me dizer: “malhem” no Santos Silva!
À época, aproveitando a atractiva e fascinante arte, o cinema foi utilizado eficazmente por Adolf Hitler como um magnífico veículo de propaganda ideológica que lançou sobre as multidões. Promovida pela figura de Joseph Goebbels, uma super máquina de propaganda desponta, orquestrada em cenários fantasiados, incitando as populações na adesão às suas ideologias. Os mesmos passos foram seguidos por outros ditadores como Mussolini, Franco e Salazar. Todos eles sentiram o apogeu dos seus regimes, muito devido a esta poderosíssima máquina de manipulação de massas e de orquestrações fantasiosas.
Também na Coreia do Norte, Kim Il-Sung engendrou igualmente uma exacerbada campanha patriótica, lançando discursos inflamados contra povos por ele designados de invasores, silenciando a miséria, a pobreza e o medo reinante no interior do seu país.
Quem não se lembrará da figura deplorável exibida por aquele ex ministro iraquiano da Informação (Mohammed Al-Sahhaf), aquando do início da invasão americana do Iraque em que este, de sorriso aberto, afirmava que o Iraque iria destruir o inimigo, ao mesmo tempo que a generalidade da imprensa mundial nos dava conta, através de imagens, da destruição e do apertado cerco em redor de Bagdad?
Pois é, hoje, “nós por cá”, já não temos Salazar e muito menos um qualquer Al-Sahhaf, mas temos o ministro Santos Silva. Na gíria política, o papel reservado a este dirigente é denominado de “testa de ferro”, ou seja, aquele que tudo desmente; baralhando, confundindo e enganando quanto mais pode e sabe. Sobretudo as pessoas mais vulneráveis e com menos formação. A avaliar pelas suas tiradas, denota uma profunda debilidade mental a precisar de um tratamento urgente. No seu discurso, expressões como “poderes ocultos”, “decapitar o PS”, “pessoas crucificados na praça pública”, “tentativa de assassinato político”, “campanha negra” e “malhar na direita”, são frases profundamente indecorosas!
António Ferro, à luz da sua “política do espírito” no tempo do Estado Novo, não fantasiaria melhor! Pegando nas palavras deste “Goebbels à portuguesa”, apetece-me dizer: “malhem” no Santos Silva!
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