Quem já viveu a casa dos vinte, dos trinta e se passeia pela dos quarenta teve e tem a grata oportunidade de se cruzar ao longo destes anos com estilos musicais diferenciados, mesmo que cantados pelo mesmo grupo ou pelo mesmo interprete.
Já por diversas vezes me deparei, ouvindo amigos, e eu próprio também, a enaltecer a valia, o brilhantismo e a preferência que damos e este ou aquele grupo musical. Muitas das vezes, essas preferências acompanham-nos desde aqueles idos anos, não nos apercebendo nós que o tempo foi passando, a música ganhou novos contornos e o cantor também foi ganhando cabelos brancos.
Quando se fala nos Rolling Stones, vem-nos logo à memória o “I can get no” ou o “Start me up”; quando nos lembramos dos Dire Straits vem-nos à recordação o “Walk of life” ou “Sultans of swing”; quando evocamos os Scorpions, o “Still loving you” é, por assim dizer, o seu mais famoso cartão de visita.
Como em tudo, a vida também passa e, a interpretação dada a estas “populares” canções pelos seus grupos, tornou-se hoje muito diferente. Diferente porque os tempos mudaram e diferente porque a genica, a forma física e outros factores naturais levaram a estas alteradas interpretações.
Ouvir hoje Bob Dylan, Roger Waters ou Peter Gabriel soa a um certo suplício pois já não se apresentam acompanhados da voz, do fulgor e do brilho de outrora. Porventura, e deixando escapar um laivosinho de ironia, a cadeirinha de rodas seria talvez o instrumento mais aconselhado de acompanhamento!
Por outro lado, uma vez que a idade retira muito do esplendor aos vários interpretes, não é menos verdade que, se o retira às canções antigas e conhecidas, também o afasta nas novas canções, muitas vezes entoadas de forma diferente e sempre debaixo de uma glória póstuma, outrora conquistada.
Definitivamente, prefiro continuar a ouvir o “Start me up”; o “Another break in the wall”; o Sultans of swing; o Caetano Veloso com o seu maravilhoso e arrasador “Silêncio” ou os “Vinte anos” do José Cid do que ouvir da boca destes embaixadores da lusofonia, agora na casa dos sessenta, novas canções como “Estou-me a vir” ou “Favas com chouriço”.
As mudanças são e serão sempre bem vindas mas… também não era preciso tanta originalidade!...
Já por diversas vezes me deparei, ouvindo amigos, e eu próprio também, a enaltecer a valia, o brilhantismo e a preferência que damos e este ou aquele grupo musical. Muitas das vezes, essas preferências acompanham-nos desde aqueles idos anos, não nos apercebendo nós que o tempo foi passando, a música ganhou novos contornos e o cantor também foi ganhando cabelos brancos.
Quando se fala nos Rolling Stones, vem-nos logo à memória o “I can get no” ou o “Start me up”; quando nos lembramos dos Dire Straits vem-nos à recordação o “Walk of life” ou “Sultans of swing”; quando evocamos os Scorpions, o “Still loving you” é, por assim dizer, o seu mais famoso cartão de visita.
Como em tudo, a vida também passa e, a interpretação dada a estas “populares” canções pelos seus grupos, tornou-se hoje muito diferente. Diferente porque os tempos mudaram e diferente porque a genica, a forma física e outros factores naturais levaram a estas alteradas interpretações.
Ouvir hoje Bob Dylan, Roger Waters ou Peter Gabriel soa a um certo suplício pois já não se apresentam acompanhados da voz, do fulgor e do brilho de outrora. Porventura, e deixando escapar um laivosinho de ironia, a cadeirinha de rodas seria talvez o instrumento mais aconselhado de acompanhamento!
Por outro lado, uma vez que a idade retira muito do esplendor aos vários interpretes, não é menos verdade que, se o retira às canções antigas e conhecidas, também o afasta nas novas canções, muitas vezes entoadas de forma diferente e sempre debaixo de uma glória póstuma, outrora conquistada.
Definitivamente, prefiro continuar a ouvir o “Start me up”; o “Another break in the wall”; o Sultans of swing; o Caetano Veloso com o seu maravilhoso e arrasador “Silêncio” ou os “Vinte anos” do José Cid do que ouvir da boca destes embaixadores da lusofonia, agora na casa dos sessenta, novas canções como “Estou-me a vir” ou “Favas com chouriço”.
As mudanças são e serão sempre bem vindas mas… também não era preciso tanta originalidade!...
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