Admito os meus parcos conhecimentos em economia. O que não implica que não resolva com facilitado êxito as elementares contas, mesmo aquelas que envolvem várias operações, sem o necessário recurso da máquina calculadora.
Um outro dado importante é que, desde tenra idade, aprendi a trotear a tabuada nos bancos da escola primária, aquelas que “arcaicamente”, ostentavam em local de destaque o tal crucifixo que já muita tinta fez correr! As mesmas salas que os governantes dizem hoje que não apresentam condições satisfatórias para aquilo que a elementar “cartilha maternal” invocava: ler, escrever e contar.
É de vital importância que saibamos ler, como o é a capacidade de nos expressarmos, assim como do poder de cálculo. Parece primário tudo isto, mas é tão-somente, a base elementar para a obtenção de um qualquer “canudo académico”!
Mesmo considerando-me um desconhecedor profundo de aspectos englobantes da macro ou da micro economia, pensava eu que esta era uma ciência que, ao envolver números, se tratava de um saber com alguma dose de exactidão. Mas… pelos vistos, não é!
Há uns anos, uma determinada equipa governativa, como forma de esconder os números elevados do deficit português, fabricou um sistema de cálculo engenhoso, de maneira a ocultar a verdadeira dimensão dos números. Numa jogada habilidosa e omissa, passou a vender património ao desbarato e a promover algumas nacionalizações de promissoras empresas, para assim amenizar a astronómica soma, enganando o “Zé-povinho”!
Nos dias de hoje, as cores que presidem à governação são outras e as matreirices também. Todavia, a omissão e a engenharia para lá chegar são muito idênticas. Este governo, fruto da invasão empreendida ao bolso dos contribuintes, sem a devida autorização, aumentou-lhes os impostos, impediu as suas progressões e promoções profissionais, retirou-lhes algumas regalias sociais e de saúde, encerrando urgências e taxando generalizadamente os internamentos hospitalares, indo aí buscar muitos dos argumentos com que hoje se vangloria.
Definitivamente, suporto a existência de analfabetismo mas não suporto a omnipresente mentira governativa, a omissão, o medo e a censura dos números.
Invocam-se grandes reformas para justificar este “oásis” em que vivemos. Embora o “simplex” e o “durex” rimem, não significam de todo a mesma coisa! O verdadeiro ensino do português também passará pela instrução das boas práticas da verdade, em detrimento do exagerado culto da mentira, que por norma tem “perna curta”! Tem “perna curta” mas anda, lá isso anda!
Percebo agora porque há um número tão elevado de portugueses a virar as costas a estes políticos quando são chamados às urnas!
A verdadeira e urgente reforma é a do afastamento desta engenharia da mentira. Nesse dia, garanto que as escolas de excelência, passam a emitir diplomas de curso verdadeiros, aos dias de semana e não aos domingos. Quem sabe se, com a aplicação do tal “simplex”, não possamos conseguir Engenheiros num só dia! Se for ao domingo, tanto melhor! Produtividade sem limites!...
Um outro dado importante é que, desde tenra idade, aprendi a trotear a tabuada nos bancos da escola primária, aquelas que “arcaicamente”, ostentavam em local de destaque o tal crucifixo que já muita tinta fez correr! As mesmas salas que os governantes dizem hoje que não apresentam condições satisfatórias para aquilo que a elementar “cartilha maternal” invocava: ler, escrever e contar.
É de vital importância que saibamos ler, como o é a capacidade de nos expressarmos, assim como do poder de cálculo. Parece primário tudo isto, mas é tão-somente, a base elementar para a obtenção de um qualquer “canudo académico”!
Mesmo considerando-me um desconhecedor profundo de aspectos englobantes da macro ou da micro economia, pensava eu que esta era uma ciência que, ao envolver números, se tratava de um saber com alguma dose de exactidão. Mas… pelos vistos, não é!
Há uns anos, uma determinada equipa governativa, como forma de esconder os números elevados do deficit português, fabricou um sistema de cálculo engenhoso, de maneira a ocultar a verdadeira dimensão dos números. Numa jogada habilidosa e omissa, passou a vender património ao desbarato e a promover algumas nacionalizações de promissoras empresas, para assim amenizar a astronómica soma, enganando o “Zé-povinho”!
Nos dias de hoje, as cores que presidem à governação são outras e as matreirices também. Todavia, a omissão e a engenharia para lá chegar são muito idênticas. Este governo, fruto da invasão empreendida ao bolso dos contribuintes, sem a devida autorização, aumentou-lhes os impostos, impediu as suas progressões e promoções profissionais, retirou-lhes algumas regalias sociais e de saúde, encerrando urgências e taxando generalizadamente os internamentos hospitalares, indo aí buscar muitos dos argumentos com que hoje se vangloria.
Definitivamente, suporto a existência de analfabetismo mas não suporto a omnipresente mentira governativa, a omissão, o medo e a censura dos números.
Invocam-se grandes reformas para justificar este “oásis” em que vivemos. Embora o “simplex” e o “durex” rimem, não significam de todo a mesma coisa! O verdadeiro ensino do português também passará pela instrução das boas práticas da verdade, em detrimento do exagerado culto da mentira, que por norma tem “perna curta”! Tem “perna curta” mas anda, lá isso anda!
Percebo agora porque há um número tão elevado de portugueses a virar as costas a estes políticos quando são chamados às urnas!
A verdadeira e urgente reforma é a do afastamento desta engenharia da mentira. Nesse dia, garanto que as escolas de excelência, passam a emitir diplomas de curso verdadeiros, aos dias de semana e não aos domingos. Quem sabe se, com a aplicação do tal “simplex”, não possamos conseguir Engenheiros num só dia! Se for ao domingo, tanto melhor! Produtividade sem limites!...
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