Quem me conhece sabe da adoração que habitualmente dedico à música, expressa nas mais variadas formas ou sons. Cedo me habitei a oferecer uma especial atenção à produção nacional, sobretudo motivada pela proximidade à língua pátria e também, pela partilha que adveio no seio dos grupos onde habitualmente me socializava à época, especialmente a escola.
Com o evoluir dos tempos e com a consequente forma diferenciada como a passava a olhar, começo a ter contacto com variados tipos musicais, onde pontificam cantores e bandas estrangeiras como os Pink Floyd, Rolling Stones, Leonard Cohen, Dire Straits e, posteriormente, os U2.
É sabido o fascínio que me provocam músicas como “sultans of swing” dos Dire Straits; “wish you where here” dos Pink Floyd ou mesmo “one” dos U2. Este é, por assim dizer, o meu “ranking”!
Uma coisa muito poucos sabem. Do encantamento que ao longo dos anos me provocou a sonoridade das canções musicadas pelos Queen e pelo seu líder, Freddy Mercury. Reflecti bastante sobre se haveria de escrever alguma coisa sobre esta verdadeira lenda da música mundial, passados que foram há dias, 60 anos sobre o seu nascimento. Obviamente que a resposta só poderia ser afirmativa, perante tão excepcional e marcante figura!
Desde muito jovem que me habituei a ver Freddy Mercury como um génio e um verdadeiro ídolo. Muitas vezes, a sua irreverência em palco me fez entrar em viagens, cujo destino ainda hoje estou por desvendar. Músicas compostas por um misto de ópera e rock tornaram-se emblemáticas para mim e para a época. Quem não se lembrará de “bohemian rhapsody”, "bicycle race" ou “somebody to love”, onde Mercury, por detrás dos seus dentinhos de “rabit”, nos oferecia muita da sua magia e inigualável capacidade musical?
De voz inconfundível, de um coração sem limites e de uma generosidade à flor da pele, Freddy Mercury participa no “Live Aid”, em Londres, levando ao delírio milhares de fãs no estádio de Wembley, em 1985, com transmissão televisiva à escala mundial. Sons como “I want to break free” ou “radio ga ga” foram ecoados por milhões de gargantas, naquela histórica tarde quente britânica.
Mas Mercury apresentava-se como um homem de vida e relações difíceis, envolvendo-se frequentemente em viagens libertinas onde ele próprio não conhecia os seus limites. Foi numa dessas faustosas festas por ele organizadas para celebrar o seu aniversário, que é infectado com o vírus da sida.
Mesmo sabendo da sua doença, Mercury continua a cantar “I want it all” e “who wants to live forever”, autênticos hinos à vida, ao amor e sobretudo à amizade, materializada particularmente em “friends will be friends”.
Embora o seu estado de saúde se deteriore a cada dia que passa, Mercury grava “Innuendo” já com dificuldades de saúde aparentes. As suas canções falam agora em “miracle” ou em “one vision” num incessante apelo ao sobrenatural! Tornou-se então num “invisible man” e acaba por reconhecer que, apesar da gravidade da sua doença, “the show must go on”!
É este homem, tão humano quanto boémio; tão incompreendido quanto irreverente, que acaba por preencher grande parte dos imaginários musicais de cada um. Freddy Mercury acaba assim por marcar fortemente uma época. Não a de 70, 80, 90 ou outra qualquer geração. Ele marcou e marca toda uma família que gosta de música… mas da verdadeira, da genuína! Afinal Freddy, tu não partiste porque “you are the champion”!...
Com o evoluir dos tempos e com a consequente forma diferenciada como a passava a olhar, começo a ter contacto com variados tipos musicais, onde pontificam cantores e bandas estrangeiras como os Pink Floyd, Rolling Stones, Leonard Cohen, Dire Straits e, posteriormente, os U2.
É sabido o fascínio que me provocam músicas como “sultans of swing” dos Dire Straits; “wish you where here” dos Pink Floyd ou mesmo “one” dos U2. Este é, por assim dizer, o meu “ranking”!
Uma coisa muito poucos sabem. Do encantamento que ao longo dos anos me provocou a sonoridade das canções musicadas pelos Queen e pelo seu líder, Freddy Mercury. Reflecti bastante sobre se haveria de escrever alguma coisa sobre esta verdadeira lenda da música mundial, passados que foram há dias, 60 anos sobre o seu nascimento. Obviamente que a resposta só poderia ser afirmativa, perante tão excepcional e marcante figura!
Desde muito jovem que me habituei a ver Freddy Mercury como um génio e um verdadeiro ídolo. Muitas vezes, a sua irreverência em palco me fez entrar em viagens, cujo destino ainda hoje estou por desvendar. Músicas compostas por um misto de ópera e rock tornaram-se emblemáticas para mim e para a época. Quem não se lembrará de “bohemian rhapsody”, "bicycle race" ou “somebody to love”, onde Mercury, por detrás dos seus dentinhos de “rabit”, nos oferecia muita da sua magia e inigualável capacidade musical?
De voz inconfundível, de um coração sem limites e de uma generosidade à flor da pele, Freddy Mercury participa no “Live Aid”, em Londres, levando ao delírio milhares de fãs no estádio de Wembley, em 1985, com transmissão televisiva à escala mundial. Sons como “I want to break free” ou “radio ga ga” foram ecoados por milhões de gargantas, naquela histórica tarde quente britânica.
Mas Mercury apresentava-se como um homem de vida e relações difíceis, envolvendo-se frequentemente em viagens libertinas onde ele próprio não conhecia os seus limites. Foi numa dessas faustosas festas por ele organizadas para celebrar o seu aniversário, que é infectado com o vírus da sida.
Mesmo sabendo da sua doença, Mercury continua a cantar “I want it all” e “who wants to live forever”, autênticos hinos à vida, ao amor e sobretudo à amizade, materializada particularmente em “friends will be friends”.
Embora o seu estado de saúde se deteriore a cada dia que passa, Mercury grava “Innuendo” já com dificuldades de saúde aparentes. As suas canções falam agora em “miracle” ou em “one vision” num incessante apelo ao sobrenatural! Tornou-se então num “invisible man” e acaba por reconhecer que, apesar da gravidade da sua doença, “the show must go on”!
É este homem, tão humano quanto boémio; tão incompreendido quanto irreverente, que acaba por preencher grande parte dos imaginários musicais de cada um. Freddy Mercury acaba assim por marcar fortemente uma época. Não a de 70, 80, 90 ou outra qualquer geração. Ele marcou e marca toda uma família que gosta de música… mas da verdadeira, da genuína! Afinal Freddy, tu não partiste porque “you are the champion”!...
4 comentários:
Este blog é um dos meus pontos de abrigo na peregrinação diária pela blogosfera. Hoje não me serviu de conforto nem me forneceu repouso. Foram-se as pinturas, o ambiente amigável. Está demasiado azul para o meu gosto. Nesta côr, só me sinto bem com a tonalidade monárquica.
Espero que não haja "mãozinha" de dragão... O Benfica ganhou!
Concordo absolutamente.
Tornou-se muito impessoal. A "casa" que habitualmente visitava mudou! Mas que se passou com o bloguista? Vai passar a ter dia para os posts, será que o vai fazer também em "casa" alheia?
Eu pessoalmente discordo. Gosto muito dos novos tons de azul. Inspiram calma, tranquilidade...além disso combinam com os olhos lindos do autor do blog ;)!
Como resposta aos comentários aqui deixados, remeto as explicações devidas para um "post" que hoje mesmo coloquei.
Obviamente que as críticas serão sempre bem recebidas e analisadas.
Acho que os blogs são como as estações do ano: em função da época, assim é a cor que predomina.
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