O futebol é um jogo e nunca, por momento algum, o deve deixar de ser. Sempre ouvi dizer que não devemos fundir no mesmo “saco” futebol, política e religião. Por estes dias, a esta já muito gasta premissa, apetece-me acrescentar-lhe mais qualquer coisinha.
E se a estas três “graças” que regem, orientam e divertem as actuais sociedades, lhes associássemos um tal “quarto poder” como alguém já o apelidou - o jornalismo? Sugiro este pequeno exercício prático porque, com o aproximar do “terminus” do grande torneio mundial de futebol – o campeonato do mundo, os intervenientes, os verdadeiros actores predispõem-se, a cada dia que passa, a tudo tentar esclarecer perante uma plateia de jornalistas, ávidos de novos elementos e novos desenlaces sobre o próximo jogo. Digo eu que será assim! Ou melhor, diria!
Então, não é que se convocam conferências de imprensa, por vezes enfadonhas e chatas onde as questões a colocar aos tais actores, de tudo falam menos da verdadeira essência do futebol! Muitos dos profissionais da comunicação, a meu ver, estão mais preocupados em usar da palavra para que, lá em casa, possam ser vistos ou ouvidos (sim porque também gostam de dizer “mamã, estou aqui”!) do que em ver esclarecidos assuntos técnico-tácticos a utilizar no jogo a seguir.
Mas, a parte mais caricata de muitos destes profissionais situa-se no ridículo dos temas de notícia que arranjam. Sinceramente, não sei quais os critérios que prevalecem nesta escolha. Mas sei, com toda a certeza, que estes não foram aqueles que aprenderam ao longo da sua formação profissional.
Contribuo, muito ao de leve, para a formação de alguns destes profissionais. Aquilo que no dia a dia se lhes pede e é exigível é a sua dedicação, sinceridade e, sobretudo, total imparcialidade. E o que é que eu vejo?
A todos nós, com certeza que já alguém nos “sussurrou” ao ouvido dizendo que no estrangeiro é que tudo é bom e fantástico e em Portugal tudo é mau. Mas, se quando proferimos afirmações deste teor nos lembrarmos dos famosos tablóides ingleses e franceses que tudo usam para denegrir a imagem do mais sério mortal, então, está tudo dito! Será que estes jornais são mesmo editados por profissionais do jornalismo? É que eu não aprecio muito a vulgarização desta nobre profissão mas, pelos vistos, assim é!
Ontem, assistia eu ao “jornal da noite” num canal de televisão francês – a TF1 e estava a passar uma reportagem sobre a capital portuguesa numa tentativa de abordagem ao jogo de logo à noite com Portugal. Começaram por dizer que era um “pequenino” país com os tais dez milhões de gargantas e com uns míseros quilómetros quadrados de extensão. Pudera, digo eu! Não dispomos de ilhas importantes como Reunião e Guadalupe ali “bem pertinho”! Depois, o repórter fez um retrato miserável da nossa capital, entrevistando unicamente pessoas idosas que, pela apresentação não vivem uma vida faustosa e onde as ruas retratadas apresentavam um aspecto nada a condizer com os pergaminhos alfacinhas. Nem uma imagem dos monumentos mais emblemáticos da cidade nem das suas ruas mais movimentadas! Nada! Tenho pena, coitado! Se calhar também não as conhecia!
Esta reportagem apenas veio por a nu a fragilidade, o desconhecimento e uma ignorância primária dos profissionais envolvidos nela. Só que, a partir de agora, não permitirei mais que me “sussurrem” ao ouvido. Lá como cá e cá como lá. Há os bons, onde a semente que caiu, germinou e deu frutos e há os outros, onde a semente caiu sim, só que nunca frutificou! E pelo palrar destes “papagaios”, nunca irá frutificar, garanto!...
E se a estas três “graças” que regem, orientam e divertem as actuais sociedades, lhes associássemos um tal “quarto poder” como alguém já o apelidou - o jornalismo? Sugiro este pequeno exercício prático porque, com o aproximar do “terminus” do grande torneio mundial de futebol – o campeonato do mundo, os intervenientes, os verdadeiros actores predispõem-se, a cada dia que passa, a tudo tentar esclarecer perante uma plateia de jornalistas, ávidos de novos elementos e novos desenlaces sobre o próximo jogo. Digo eu que será assim! Ou melhor, diria!
Então, não é que se convocam conferências de imprensa, por vezes enfadonhas e chatas onde as questões a colocar aos tais actores, de tudo falam menos da verdadeira essência do futebol! Muitos dos profissionais da comunicação, a meu ver, estão mais preocupados em usar da palavra para que, lá em casa, possam ser vistos ou ouvidos (sim porque também gostam de dizer “mamã, estou aqui”!) do que em ver esclarecidos assuntos técnico-tácticos a utilizar no jogo a seguir.
Mas, a parte mais caricata de muitos destes profissionais situa-se no ridículo dos temas de notícia que arranjam. Sinceramente, não sei quais os critérios que prevalecem nesta escolha. Mas sei, com toda a certeza, que estes não foram aqueles que aprenderam ao longo da sua formação profissional.
Contribuo, muito ao de leve, para a formação de alguns destes profissionais. Aquilo que no dia a dia se lhes pede e é exigível é a sua dedicação, sinceridade e, sobretudo, total imparcialidade. E o que é que eu vejo?
A todos nós, com certeza que já alguém nos “sussurrou” ao ouvido dizendo que no estrangeiro é que tudo é bom e fantástico e em Portugal tudo é mau. Mas, se quando proferimos afirmações deste teor nos lembrarmos dos famosos tablóides ingleses e franceses que tudo usam para denegrir a imagem do mais sério mortal, então, está tudo dito! Será que estes jornais são mesmo editados por profissionais do jornalismo? É que eu não aprecio muito a vulgarização desta nobre profissão mas, pelos vistos, assim é!
Ontem, assistia eu ao “jornal da noite” num canal de televisão francês – a TF1 e estava a passar uma reportagem sobre a capital portuguesa numa tentativa de abordagem ao jogo de logo à noite com Portugal. Começaram por dizer que era um “pequenino” país com os tais dez milhões de gargantas e com uns míseros quilómetros quadrados de extensão. Pudera, digo eu! Não dispomos de ilhas importantes como Reunião e Guadalupe ali “bem pertinho”! Depois, o repórter fez um retrato miserável da nossa capital, entrevistando unicamente pessoas idosas que, pela apresentação não vivem uma vida faustosa e onde as ruas retratadas apresentavam um aspecto nada a condizer com os pergaminhos alfacinhas. Nem uma imagem dos monumentos mais emblemáticos da cidade nem das suas ruas mais movimentadas! Nada! Tenho pena, coitado! Se calhar também não as conhecia!
Esta reportagem apenas veio por a nu a fragilidade, o desconhecimento e uma ignorância primária dos profissionais envolvidos nela. Só que, a partir de agora, não permitirei mais que me “sussurrem” ao ouvido. Lá como cá e cá como lá. Há os bons, onde a semente que caiu, germinou e deu frutos e há os outros, onde a semente caiu sim, só que nunca frutificou! E pelo palrar destes “papagaios”, nunca irá frutificar, garanto!...
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