Zidane, o cabeceador! Este bem poderia ser o título de um qualquer artigo, a propósito das cenas lamentáveis, ocorridas durante o jogo da final do Campeonato do Mundo de Futebol, realizado na Alemanha, disputado entre a Itália e a França.
Eu disse, poderia! Poderia, se Zidane fosse natural de um outro país com menos poder nos corredores das grandes decisões da FIFA. Como poderá este conceituado organismo (eu disse conceituado?) atribuir o prémio de melhor jogador do Mundial a este atleta francês? Se Zidane fosse originário de um qualquer país africano, sul-americano ou porque não de Portugal, o que diriam os tablóides ingleses e franceses sobre o ocorrido?
Pelas imagens que eu vi ontem, e não preciso ouvir alguns “benfeitores” cá da nossa praça a desculpar o indesculpável; aquilo mais parecia um combate entre o lendário pugilista Mohamed Ali e um qualquer desprevenido adepto.
Fiquei horrorizado com o que vi. O que dirão os filhos de Zidane ao ver aquelas imagens? “O meu pai é um verdadeiro herói!”, dirão eles. E o que diria aquela criancinha que com ele entrou, minutos antes em campo de mão dada? Da que eu me safei, pensará para os seus botões!
É que este astro francês, para amedrontar os adversários é há muito, um useiro desta “arte”. Já o experimentou na Liga dos Campeões, então ao serviço da Juventus e no Mundial de França, em 1998. No total, recheou a sua carreira com catorze cartões vermelhos. Se é já um “habitué” destas lides guerreiras e grosseiras, porquê a distinção atribuída?
Com este acto, a FIFA mostrou ao mundo como este organismo é gerido e quais os valores que quer ver defendidos para o desporto. Se se premeiam agressões e actos de verdadeiro pugilato, então qualquer dia lá teremos nós de ver os atletas “equipados a rigor” com capacete, olmo e escudo em punho, não vá o diabo tecê-las!
A expressão gestual que Zidane mostrava ao mundo, aquando da marcação de um qualquer golo, manifestando-se de dedos abertos e mão direita no ar, eram gestos demonstrativos do seu ar superior e arrogante, bem ao estilo hitleriano. Felizmente que, em termos de resultado, escreveu-se direito por linhas direitas!
Se Cristiano Ronaldo não venceu o troféu de melhor atleta jovem por se “atirar demasiado para a piscina”, como muitos diziam, que dizer da coroação do francês perante tamanho acto bárbaro?
Felizmente que há coisas que não se compram e situações que não se repõem. E ainda bem! A idade chega a todos! Todavia, infelizmente, “os donos da bola”, os tais das grandes decisões e distinções, são quase sempre os mesmos. E, enquanto assim for, lá vou eu ter de ver o futebol mesclado de pugilismo e, num certame deste teor, serem galardoados actos de verdadeira selvajaria.
Eu disse, poderia! Poderia, se Zidane fosse natural de um outro país com menos poder nos corredores das grandes decisões da FIFA. Como poderá este conceituado organismo (eu disse conceituado?) atribuir o prémio de melhor jogador do Mundial a este atleta francês? Se Zidane fosse originário de um qualquer país africano, sul-americano ou porque não de Portugal, o que diriam os tablóides ingleses e franceses sobre o ocorrido?
Pelas imagens que eu vi ontem, e não preciso ouvir alguns “benfeitores” cá da nossa praça a desculpar o indesculpável; aquilo mais parecia um combate entre o lendário pugilista Mohamed Ali e um qualquer desprevenido adepto.
Fiquei horrorizado com o que vi. O que dirão os filhos de Zidane ao ver aquelas imagens? “O meu pai é um verdadeiro herói!”, dirão eles. E o que diria aquela criancinha que com ele entrou, minutos antes em campo de mão dada? Da que eu me safei, pensará para os seus botões!
É que este astro francês, para amedrontar os adversários é há muito, um useiro desta “arte”. Já o experimentou na Liga dos Campeões, então ao serviço da Juventus e no Mundial de França, em 1998. No total, recheou a sua carreira com catorze cartões vermelhos. Se é já um “habitué” destas lides guerreiras e grosseiras, porquê a distinção atribuída?
Com este acto, a FIFA mostrou ao mundo como este organismo é gerido e quais os valores que quer ver defendidos para o desporto. Se se premeiam agressões e actos de verdadeiro pugilato, então qualquer dia lá teremos nós de ver os atletas “equipados a rigor” com capacete, olmo e escudo em punho, não vá o diabo tecê-las!
A expressão gestual que Zidane mostrava ao mundo, aquando da marcação de um qualquer golo, manifestando-se de dedos abertos e mão direita no ar, eram gestos demonstrativos do seu ar superior e arrogante, bem ao estilo hitleriano. Felizmente que, em termos de resultado, escreveu-se direito por linhas direitas!
Se Cristiano Ronaldo não venceu o troféu de melhor atleta jovem por se “atirar demasiado para a piscina”, como muitos diziam, que dizer da coroação do francês perante tamanho acto bárbaro?
Felizmente que há coisas que não se compram e situações que não se repõem. E ainda bem! A idade chega a todos! Todavia, infelizmente, “os donos da bola”, os tais das grandes decisões e distinções, são quase sempre os mesmos. E, enquanto assim for, lá vou eu ter de ver o futebol mesclado de pugilismo e, num certame deste teor, serem galardoados actos de verdadeira selvajaria.
Sem comentários:
Enviar um comentário