À luz da Constituição da República Portuguesa, a candidatura de Mário Soares existe de forma ilegal. É que, segundo está redigido, apenas cidadãos com idade superior a trinta e cinco anos podem candidatar-se ao mais alto cargo da Nação. Só que, como ele próprio ontem afirmou, no dia do seu aniversário, ter oitenta e um anos é a mesma coisa que ter dezoito, então…, se assim é, há que dar o lugar a outro!
Também no debate televisivo nocturno, que opôs o candidato Mario Soares a Jerónimo de Sousa, este continua a bater na “mesma tecla” dizendo que a luta dos trabalhadores portugueses continua, contra o grande capital e os patrões. Ora, aqui está uma boa ideia. Acabem-se então com os patrões! Assim, a luta era bem capaz de suavizar e os ordenados já apareciam a tempo e a horas!
Também ontem, o candidato Cavaco Silva, disse no Algarve que era necessário reaproveitar as estruturas hoteleiras, redimensionando-as e não continuar a construir mais e mais betão, criando-se autênticas aberrações urbanísticas. Pois é, só que o verdadeiro homem do betão foi ele próprio, quando foi primeiro-ministro. Lá diz o povo: “pela boca… morre o peixe!”.
Tanto vai pregando por aí o candidato Francisco Louçã que, ou os portugueses são todos uns palerminhas e não têm capacidade para perceber o que ele diz, excepção para os 6% dos seus iluminados eleitores, ou então, com tantas ideias valorosas e valiosas e com tanta justiça social à mistura, estou mesmo a vê-lo, tal como os jogadores de futebol, a mudar de nacionalidade e a ser um proeminente político de eleição lá para os lados do Zimbabué, Etiópia ou Somália. Talvez lá fosse mais útil e os seus habitantes lhe ficassem mais gratos! Pois é, só que lá, não deve haver estações de televisão disponíveis e à sua mercê!
O Candidato Manuel Alegre, este sim! Há dias fez um discurso onde não houve um único jornalista presente que conseguisse retirar o fundamental daquilo que ele próprio quis dizer! Não se sabia afinal, se ele era ou não candidato à presidência. Com comportamentos destes, como é que querem subir os níveis de literacia dos portugueses se a escrita utilizada não terá sido assim tão clara? Um homem que esteve envolvido em tantas lutas, tinha o dever de se fazer esclarecer melhor! Não era preciso isto, senhor poeta!
Também no debate televisivo nocturno, que opôs o candidato Mario Soares a Jerónimo de Sousa, este continua a bater na “mesma tecla” dizendo que a luta dos trabalhadores portugueses continua, contra o grande capital e os patrões. Ora, aqui está uma boa ideia. Acabem-se então com os patrões! Assim, a luta era bem capaz de suavizar e os ordenados já apareciam a tempo e a horas!
Também ontem, o candidato Cavaco Silva, disse no Algarve que era necessário reaproveitar as estruturas hoteleiras, redimensionando-as e não continuar a construir mais e mais betão, criando-se autênticas aberrações urbanísticas. Pois é, só que o verdadeiro homem do betão foi ele próprio, quando foi primeiro-ministro. Lá diz o povo: “pela boca… morre o peixe!”.
Tanto vai pregando por aí o candidato Francisco Louçã que, ou os portugueses são todos uns palerminhas e não têm capacidade para perceber o que ele diz, excepção para os 6% dos seus iluminados eleitores, ou então, com tantas ideias valorosas e valiosas e com tanta justiça social à mistura, estou mesmo a vê-lo, tal como os jogadores de futebol, a mudar de nacionalidade e a ser um proeminente político de eleição lá para os lados do Zimbabué, Etiópia ou Somália. Talvez lá fosse mais útil e os seus habitantes lhe ficassem mais gratos! Pois é, só que lá, não deve haver estações de televisão disponíveis e à sua mercê!
O Candidato Manuel Alegre, este sim! Há dias fez um discurso onde não houve um único jornalista presente que conseguisse retirar o fundamental daquilo que ele próprio quis dizer! Não se sabia afinal, se ele era ou não candidato à presidência. Com comportamentos destes, como é que querem subir os níveis de literacia dos portugueses se a escrita utilizada não terá sido assim tão clara? Um homem que esteve envolvido em tantas lutas, tinha o dever de se fazer esclarecer melhor! Não era preciso isto, senhor poeta!
Se o sempre saudoso Fernando Pessa pudesse ver e ouvir, pensar e sentir, escreveria num bom e cuidado português: "e estas, hein?...".
Sem comentários:
Enviar um comentário