Em qualquer país do mundo, sobretudo nos países considerados mais desenvolvidos, quando surgem indícios de epidemias ou de outras quaisquer doenças, costumam fazer-se inicialmente diversos rastreios e adoptar algumas normas de prevenção no combate a esses mesmos vírus, para além das vacinas que usualmente são ministradas.
Há uns dias a esta parte que a generalidade da Comunicação Social vem chamando à atenção para o alastrar da chamada “gripe das aves” e, a meu ver, quer as entidades governativas, quer mesmo as entidades responsáveis pela saúde e pela prevenção, nada dizem sobre as medidas a tomar pela generalidade da população, face ao aproximar desta iminente catástrofe.
Limitam-se a dizer que, as vacinas mais eficazes para o seu combate estão esgotadas; ou que a sua produção é escassa ou ainda, que não existe uma vacina capaz de dar uma resposta satisfatória no combate efectivo desta epidemia.
Como há já alguns dias que este tema tem sido tão aflorado, acho que estava já na altura das entidades com responsabilidades pelas áreas da prevenção e da saúde, virem a público fornecer algumas pistas sobre as medidas que acham essenciais a serem tomadas pelas populações.
Sem alarmismos, seria bom traçar um plano, com medidas e prevenções a tomar. Se já conseguem perspectivar um número previsto de mortos, como não serão capazes de, igualmente, elucidarem as pessoas sobre os cuidados a ter com tamanho alastramento??
Há uns dias a esta parte que a generalidade da Comunicação Social vem chamando à atenção para o alastrar da chamada “gripe das aves” e, a meu ver, quer as entidades governativas, quer mesmo as entidades responsáveis pela saúde e pela prevenção, nada dizem sobre as medidas a tomar pela generalidade da população, face ao aproximar desta iminente catástrofe.
Limitam-se a dizer que, as vacinas mais eficazes para o seu combate estão esgotadas; ou que a sua produção é escassa ou ainda, que não existe uma vacina capaz de dar uma resposta satisfatória no combate efectivo desta epidemia.
Como há já alguns dias que este tema tem sido tão aflorado, acho que estava já na altura das entidades com responsabilidades pelas áreas da prevenção e da saúde, virem a público fornecer algumas pistas sobre as medidas que acham essenciais a serem tomadas pelas populações.
Sem alarmismos, seria bom traçar um plano, com medidas e prevenções a tomar. Se já conseguem perspectivar um número previsto de mortos, como não serão capazes de, igualmente, elucidarem as pessoas sobre os cuidados a ter com tamanho alastramento??
1 comentário:
Menina mar:
Obrigado pelos seus esclarecimentos.
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